Patrono 2017 - Paulo Flávio Ledur

domingo, 24 de março de 2013

A Arte de Contar Histórias

A oficina literária "Contação de histórias" confirmada nas XXIII Feira no dia 03 de maio: das 9 às 12 e das 15 às 18 horas. Confira:

 *A Arte de Contar Histórias

“Contar uma história é dar um presente de amor”. – Lewis Carrol

Provavelmente a arte de contar histórias, começou com um homem sentado em sua caverna ao pé do fogo, contando suas bravatas ás mulheres e crianças. Vania Dohme em seu livro “Técnicas de contar Histórias” afirma que essa arte existiu sempre, desde quando o homem começou a falar e articular as palavras. Certamente um contador terá melhor audiência quando descrever detalhes, na medida certa, sem demasia, tendo graça, humor, e fazendo sua platéia sentir as emoções descritas como se as tivesse vivendo. 

Por isso a experiência de ouvir e contar histórias é uma antiga arte ligada á essência do ser humano. As narrativas tradicionais expressam em imagens as verdades mais profundas da vida. 

Essa oficina busca por meio de dinâmicas e vivências, despertar os contadores de histórias em cada um, estimulando com técnicas elaboradas, a faceta sensível e poética inerente no ser humano, aprimorar sua capacidade expressiva e formar não somente leitores, mas antes de tudo, cidadãos sensíveis e humanizados pronto para contar suas histórias.

  Dos Objetivos:
·        Sensibilizar o talento criativo do participante para ouvir e intuir histórias;
·        Integrar o conhecimento e a sabedoria milenares das histórias  ao nosso cotidiano;
·        Familiarizar o participante com as técnicas de contar histórias;
·        Estimular cada integrante a contarem histórias em seu dia-a-dia.


Da Metodologia:


·        Exercícios interativos, de sensibilização e observação de si mesmo e do outro,

·        Atividades com jogos teatrais;

·        Exercícios de ler, ouvir e contar histórias;

·        Momento de fazer uma ficha descritiva da história que será contada.


Do Público Alvo:

·        Professores;

·        Bibliotecários;

·        Todos que queiram conhecer e vivenciar e trocar idéias sobre a arte de contar histórias;

·        No mínimo 8 participantes e no máximo 40.



*Pede-se que o participante tenha mais de 15 anos.

Das Necessidades:

·        Sala ampla;

·        Dois balões para cada participante;

·        Aparelho de son com cd;

·        Folhas e canetas para cada participante;

·        Xerox de material para os participantes.

Da Categoria:

·        Modulo I oficina resumida duração 3h em um único turno.

·        Modulo II oficina com 6h de duração dividida em dois turnos.
Dos Oficineiros:
  •  Juliano Canal é ator, DRT nº 9925, diretor e cenógrafo, tem em seu currículo sete prêmios de ator em festivais de teatro. Realizou diversos trabalhos como ator, entre eles: Ifigênia em Aulis + Agamenon, direção de Luciano Alabarse (2011); Fantoches, direção de Gustavo Dienstmann (2011); Nas Profundezas do Bosque, direção de Luís Fabiano Oliveira (2010); O que Seria do Vermelho se não Fosse o Azul, direção de Roberto Oliveira (2009); O Pequeno Imperador e A caravana da Ilusão, ambos sob direção de Gustavo Dienstmann (2006); Perdoa-me por me Traíres, direção de Jacqueline Pinzon (2006); Dois Perdidos numa Noite Suja, direção Gustavo Dienstmann e Juliano Canal (2004); O Reino da Rainha Sofia, com direção de Nilton Filho (2002); No Meio de Nós, direção coletiva (2000). Como cenógrafo destaca-se: Aurora da Minha Vida (2008); Enquanto o Circo Pega Fogo (2007); A História da Cobra Grande (2005). 
  • Morgana Rodrigues, produtora, contadora de histórias, atriz sob DRT nº 10925, acadêmica de Teatro: Licenciatura na Universidade Estadual do Rio Grande do Sul – UERGS, organizadora do Festival Estudantil de Teatro da Escola Rural, em Osório, têm em seu currículo quatro prêmios de atriz coadjuvante em festivais de teatro. Entre seus trabalhos como atriz, destacam-se: Edward, o retorno, direção de Cândida Bazanella (2011); Pequenos Fatos – a vida real pode ser fantástica, e, Fantoches, ambos direção de Gustavo Dienstmann (2011); O que seria do Vermelho se não fosse o Azul (2010), direção de Roberto Oliveira; Os Peregrinos, direção de Juliano Canal (2010); Carmem, direção de Flávio de Ávila (2009); O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá e A Farsa do Panelada, ambos sob direção de Viviane Dutra (2008); Aos Olhos da Gente, direção Rosane Gomes (2008); O Moço que casou com Mulher Braba, direção coletiva (2007); O Auto da Compadecia, direção Viviane Dutra (2006). 
 *Matéria fornecida pelo Coordenador da XXIII Feira, Pedro Vanolin.
 

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