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quinta-feira, 5 de abril de 2012

Pela Janela da Imaginação

Capa do livro "Pela Janela da Imaginação" de Felícia  Terezinha  Soares  Lopes

               Poesia  cintilante  no   livro  de  Felícia  Terezinha  Soares  Lopes.

            A  poeta  Felícia  é  caçapavana,  e  seu  livro  Pela  Janela  da Imaginação,  foi  um  dos  selecionados  no  mérito   Livro  Medalha  de  Ouro  2011  da  Câmara do Livro da Academia   Brasileira  de  Estudos  e  Pesquisas  Literárias -  ABEPL -  de Brasília,   em  janeiro  de  2012 .

             Felícia  concorreu  com  mais  de  214  obras  vindas  de  diferentes  partes  do  país.  O  livro  apresenta  64  belíssimas  poesias.  Foi lançado  na  Feira  do  Livro  de  Porto Alegre  de  2011.

            A  nossa  poeta  escreve  poesias,  contos  e crônicas  há  mais  de  vinte  anos,   sendo  sócia  acadêmica  da  instituição.  Conta-nos,  na  sua  simplicidade  e  modéstia  que  enviou  o  seu  livro  no  final  do  passado  para  o  presidente  da  Academia,  jornalista  Reis  de Souza,  sendo  ele  que  o  colocou  no  concurso.. Esta  premiação  causou  surpresa  e  emoção.  Sabe-se agora que  a  caçapavana  já  fora  premiada  em diversos  concursos  de  poesias,  contos  e  crônicas.  Seu  nome  está  ligado  a  várias  coletâneas  e  antologias.  Já  recebeu   diploma  de  Stela  Brasiliensis  pela  revista  BRASÍLIA.

              Felícia  ultrapassou  a  imaginação.  Escreveu  o  que  escreve  o  poeta.  Se   a  matéria  é  escassa,  busca  no  imaginário  da  fantasia,  recurso  por  excelência  do  escritor  poeta.  O  grande  mérito  no  entanto,  está  na  densidade,  da  vivência  do  dia  a  dia  colorido  com  sentimentos  de  uma  beleza  tocante. Seus  poemas  marcam  sutilezas  e  sempre  encontram  o  concreto.

              Estes  poemas,  sem  nenhuma  ressalva,  aconteceram  dentro    do  seu  universo  pessoal.  

              Felícia,  nos  convida,  Pela  Janela  da Imaginação,  a  penetrarmos  no  seu  mundo  onde  existe  o  próprio  sofrimento,  superado    pela  eterna  esperança,   pela beleza  da  sensibilidade  e  o  amor.  Por isso,  caminhando  ao  seu  lado  ficamos  plenos  de  luz.

               Nossa  conterrânea  é  uma  garimpeira  de  letras  transformando-as  em  frases,  textos,  contos  e  poesia -  e  assim  como fazia   Mário  Quintana -  o  resultado  -  pura  alquimia.

Carlos  e  Lourdes Cassel   

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